Impossível não assistir a cobertura do caso Isabella na televisão. No domingo, quando ví a reportagem já no fim do Fantástico, lembrei-me de Maddie. A frieza do pai e da madrastra muito me lembrou os McCann. Os casos são totalmente diferentes, mas aqui há uma diferença fundamental: a polícia bate firme.
mesmo com todos os erros na investigação técnica, houve na ação policial a obediência à intuição. Isso foi fundamental. Não há quem não acredite na versão apresentada. Mesmo com todos os ensinamentos da Escola Base, a imprensa pré-julgou e a turba pede a cabeça de Alexandre Nardoni e Anna Jatobá. O que eu acho? Quando eu falei isso à minha mãe na segunda ela me repreendeu. Disse que eu era muito fantasioso. Vai aí a minha versão como eu disse à minha mãe no dia seguinte:
A madrasta agredia Isabella há muito tempo, pricipalmente psicologicamente, por ciúmes da mãe. No dia do crime ela perde o controle porque a mãe ligou para falar com ela e mata a menina. O casal discute sobre como se livrar do corpo. O pai tem a idéia de jogá-la. Começa a farsa.
Para os curiosos, aí vai minha versão sobre Madeleine:
A mãe erra na dose do calmante para a criança (ela dava calmante aos filhos para eles a deixarem em paz). A menina morre. Os pais escondem o corpo da criança em um freezer da igreja de Praia da Luz (Eu digo a minha mãe que eles cortaram em pedacinhos antes). Armam o circo e dias depois, enterram o corpo em um matagal. Levantam fundos para procurar a menina e usam o dinheiro em benefício próprio.
É isso. Um abraço
10.5.08
Assinar:
Postar comentários (Atom)

0 comments:
Postar um comentário