E por falar em Seu Mané (veja o post anterior), lembrei-me de uma outra estória curiosa dele. Nas andanças com Tio Waldemir, lá pelos anos 40 e 50, eles ficaram conhecidos como descarregadores de espírito. Quando uma moça das brenhas começava a engrossar a voz, logo corria alguém para a farmácia de Vovô e, muito prestativo, ia ele com titio ver o que acontecia.
Após o rezado miúdo (típico de Vovô) e a tentativa de um diálogo manso com a "entidade", entrava em cena o desencapetador. Uma vara de tabica que servia para chibatar quem estivesse "possuído". Como na estória do sapo cururu, boa parte dos casos era ligada à uma palavra de oito letras: g-r-a-v-i-d-e-z. Outras eram safadeza mesmo.
Um abraço
29.12.08
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